Servidores da DIRFIN participam de conferência do Itaú sobre investimentos e inovação
- DIRFIN

- 29 de jul. de 2025
- 2 min de leitura
No dia 23 de julho, servidores da DIRFIN participaram da Itaú Asset Institucional Investor Conference 2025, realizada na sede do Banco Itaú BBA, em São Paulo.

Voltado a investidores institucionais, o evento reuniu alguns dos principais especialistas do mercado financeiro para debater temas estratégicos, como o futuro da Previdência no Brasil, as perspectivas econômicas para 2025, o gerenciamento de riscos e as estratégias de alocação de longo prazo. Um dos destaques foi a discussão sobre o uso crescente da Inteligência Artificial (IA) nos modelos de investimentos e nas decisões de alocação de ativos.
Representaram o TJMG os servidores Elizete (Assessoria de Governança Financeira – AGF), Leonardo (GEREC), Marina (GEFIN) e José Carlos (DIRFIN). Elizete, assessora responsável pelos Investimentos dos recursos do Tribunal, destacou a relevância da participação nesse tipo de iniciativa:
“O mais interessante, para mim, foi verificar que o uso crescente de Inteligência Artificial (IA) poderá aumentar a eficiência nas alocações dos títulos e alavancar a geração de receita nos investimentos.”
A conferência contou com palestras de economistas renomados: os senhores Fernando Friaça e o Leonardo de Cicco (Itaú Asset), os gestores de fundos Sr. Andrew Woods e o Sr. Bruno Serra, além dos senhores Roberto Martins (CEO do Itaú Internacional) e Sylvio Castro, Head de Soluções em IA.
Segundo Elizete, além de proporcionar uma atualização técnica sobre as tendências do setor, o evento foi uma oportunidade valiosa para ampliar o networking com profissionais estratégicos, fortalecendo a atuação do TJMG na gestão financeira institucional:
“Em um mundo repleto de problemas políticas e econômicas, o controle de riscos, a análise contínua das estratégias financeiras e a diversificação dos investimentos devem ser compreendidos como ferramentas essenciais para a definição das melhores alocações dos patrimônios dos fundos — e não como decisões pontuais, sujeitas aos revezes do mercado”, concluiu.





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