Comunicar para liderar: o desafio da nova DIRFIN
- DIRFIN

- 11 de jul. de 2025
- 2 min de leitura

Mudanças organizacionais não se fazem apenas com organogramas. Elas acontecem, de fato, quando as pessoas compreendem o propósito do novo arranjo, se sentem parte dele e conseguem atuar com clareza sobre suas funções e objetivos. Isso passa por um elemento central: a comunicação.
Na DIRFIN, temos vivenciado um momento de reestruturação que vai muito além da redistribuição de áreas e atribuições. Estamos construindo, coletivamente, uma nova forma de trabalhar, de pensar e de liderar. E, neste processo, comunicar bem, com clareza, escuta e intencionalidade tem sido tão importante quanto definir metas ou estabelecer rotinas.
Sem um setor formal de comunicação, RH ou relações institucionais, a DIRFIN tem buscado alternativas colaborativas para tornar a comunicação um eixo estratégico de atuação. Nesse contexto, temos promovido semanalmente reuniões entre a diretoria e os novos gestores e coordenadores das áreas, com o objetivo de construir uma reestruturação sólida, colaborativa e orientada a resultados. Essas reuniões têm sido espaços valiosos para alinhar expectativas, esclarecer atribuições e permitir que cada liderança contribua com ideias, desafios e visões estratégicas. Essa troca constante tem nos ajudado a fazer com que a transição estrutural aconteça de forma consciente, dialogada e orientada a resultados.
Como destaca em uma das reportagens publicadas na edição especial da revista Executivo de Valor - Melhores Líderes do Brasil em 2025, do jornal Valor Econômico, não basta aprovar campanhas ou repassar informes. A comunicação precisa ser parte viva da estratégia organizacional — e os líderes, protagonistas desse processo. Quando um gestor compartilha, escuta, traduz objetivos de forma clara e engaja sua equipe, ele não apenas conduz tarefas: ele constrói cultura.
Nosso desafio, como liderança, tem sido justamente esse: fazer da comunicação uma ponte entre pessoas, processos e propósitos. Reforçar os valores institucionais, garantir alinhamento entre áreas e dar espaço à escuta — mesmo nos momentos mais desafiadores.
Ao longo desse processo, temos percebido que o que sustenta uma mudança não é a rigidez da estrutura, mas a consistência da mensagem. Uma mensagem que precisa ser compreendida, vivida e disseminada por todos. E isso só se constrói quando a liderança assume a comunicação como prática, e não apenas como discurso.
Seguimos, portanto, liderando e comunicando e aprendendo, todos os dias, a fazer isso melhor.
Eduardo Codo - DIRFIN



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