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Pensamento Estratégico e a Liderança na ‘Nova’ DIRFIN

  • Foto do escritor: DIRFIN
    DIRFIN
  • 2 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 11 de jul. de 2025

Em tempos de transformação, em que nada permanece estático por muito tempo, acompanhar essas mudanças dentro de um contexto organizacional tem sido desafiador. Por isso, encontrar referências que nos ajudem a refletir sobre o presente e projetar o futuro é mais do que necessário — é estratégico.


No atual cenário de mudanças estruturais na DIRFIN, em que buscamos entender os caminhos que cada área deverá seguir, e como esses caminhos se cruzam, sob um olhar humano e estratégico, deparei-me com reflexões que dialogam fortemente com o momento que estamos vivendo.

Recentemente, ao ler a entrevista de um dos pensadores de gestão mais influentes do mundo, o professor Michael D. Watkins, publicada no Executivo de Valor, percebi o quanto suas ideias se aplicam à nossa realidade atual.


Em um mundo cada vez mais tecnológico, Watkins defende que o raciocínio estratégico nunca será substituído pela Inteligência Artificial (IA). Para ele, reconhecer oportunidades emergentes, estabelecer prioridades e mobilizar a organização para agir são capacidades essencialmente humanas e, profundamente relevantes para qualquer gestor que atua em ambientes complexos, como os setores que compõem a DIRFIN.


De fato, estamos passando por uma reestruturação importante. Ganhamos atribuições com a chegada de novas áreas, incorporamos colaboradores de perfis diversos e ampliamos nossa atuação — que agora vai além da lógica da gestão financeira, adentrando o campo da gestão estratégica.


Nesse processo de transição, temos promovido semanalmente reuniões entre a diretoria e os novos gestores e coordenadores das áreas, com o objetivo de construir uma reestruturação sólida, colaborativa e orientada a resultados. Essas reuniões têm sido espaço para alinhar expectativas, compreender atribuições e permitir que cada liderança contribua com ideias e visões estratégicas.


Para isso, criamos um documento compartilhado, no qual cada responsável vem registrando dores, propostas e prioridades para suas áreas. Esse movimento nos ajuda a construir uma DIRFIN mais integrada, enxuta e preparada para atender, com excelência, às expectativas do TJMG.


Essa mudança, desafiadora e promissora, exige muito mais do que comando técnico. Requer pensamento sistêmico, capacidade de conexão entre áreas, escuta ativa, alinhamento à missão institucional e, sobretudo, raciocínio estratégico para navegar entre o presente e o futuro.


Compreender as demandas do Tribunal, antecipar cenários, fortalecer a comunicação interna (e externa), priorizar entregas e conduzir pessoas em meio à novidade são tarefas que nenhuma IA poderá executar com a sensibilidade humana.


Como Watkins reforça, a liderança não está apenas em tomar decisões — está em mobilizar. E é isso que temos buscado construir na nova DIRFIN: uma liderança que compartilha responsabilidades e valoriza talentos.


A mensagem que deixo, inspirada por Watkins, é simples: seguiremos avançando com inteligência coletiva, propósito institucional e a convicção de que é a mente estratégica — e não a inteligência artificial — que nos levará mais longe.


Eduardo Codo - DIRFIN

 
 
 

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